segunda-feira, dezembro 11

Hatefulmurder: O fato é que o trabalho da banda realmente vai ao encontro do que é feito lá fora.

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Foto: divulgação

Por Matheus Vieira

Segundo full-length da banda carioca Hatefulmurder, ‘Red Eyes’, foi um dos mais peculiares lançamentos nacionais que ouvi neste ano. Afinal, o thrash/death metal apresentado por aqui foge daquele padrão brutal e tradicional que o brasileiro tanto gosta (e executa), bebendo diretamente em influências gringas e modernas. Neste tocante, o Arch Enemy aparece como um possível norte.

Mas tal semelhança não se resume apenas pelo fato de uma bela vocalista feminina (aqui, no caso, Angelica Bastos). A produção em si segue os padrões que vemos, basicamente, em bandas internacionais, principalmente no timbre das guitarras e na alternância dos vocais gritados a limpos.

Porém, todo essa panorama não é para soar como síndrome de vira-lata. O fato é que o trabalho do Hatefulmurder realmente vai ao encontro do que é feito lá fora. Neste contexto, ‘Red Eyes’ mostra canções curtas, diretas, que mesclam bem a velocidade com passagens mais técnicas. Confesso que não há muita variação, mas isso está longe de ser um ponto negativo. Aliás, tudo aqui é positivo. Material que não pode passar despercebido.

Foto: Luck Veloso

Nota: 8.5
Secret Service Records

Formação:
Angelica Bastos (vocal)
Renan Ribeiro (Guitarra e vocal)
Felipe Modesto (Baixo)
Thomás Martinoia (Bateria)

Faixas:

1. Silence Will Fall
2. Red Eyes
3. Tear Down
4. Riot
5. The Meaning Of Evil
6. Time Enough At Last
7. My Battle
8. You´re Being Watched
9. Creature Of Sorrow

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Sobre o Autor

Pai do lindo Nicholas, Vieira é jornalista (com diploma - MTB 67923/SP) e acumula anos de experiência em redações de jornais e revistas. Colecionador de CD´s de rock e metal, também é apaixonado por cinema e arte de maneira geral. Foi diretor do extinto Portal Novo Metal e colaborador dos sites Whiplash e Portal do Inferno. Escreveu matérias para a Roadie Crew e Valhalla. Na rádio Uniara FM 100.1, foi um dos fundadores do programa Black Dog, há 5 anos. Agora, as ondas do rádio ganharam novos contornos. E foram para a internet. Ao seu lado, o amigo Carlos Oliveira.

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