segunda-feira, dezembro 11

‘Eu, Daniel Blake’: Com simples passos e poucas (porém carregadas) palavras, além de sentimentos silenciosos, forma-se um dos melhores filmes de 2016.

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Foto: divulgação

Por Matheus Vieira

Curto, direto, simples, cruel, triste e real. Assim, com simples
passos e poucas (porém carregas) palavras, além de sentimentos
silenciosos, forma-se um dos melhores filmes de 2016: ‘Eu, Daniel,
Blake‘, palma de Ouro em Cannes neste ano.

Aliás, esta não é a primeira vez que o diretor Ken Loach leva pra
casa a premiação máxima do Festival francês. Ele ganhou seu primeiro
prêmio com o filme ‘Ventos da Liberdade’ (2006), uma grande produção que relata a guerra da Irlanda na década 20.

A trama relata a vida de Daniel Blake (interpretado com maestria por
Dave Johns) que, após sofrer um ataque cardíaco e ser desaconselhado pelos médicos a retornar ao trabalho, passa a buscar receber os benefícios concedidos pelo governo a todos que estão nesta situação.
Entretanto, ele esbarra na extrema burocracia instalada pelo governo, amplificada pelo fato dele ser um analfabeto digital.

Numa de suas várias idas a departamentos governamentais, ele conhece Katie (Hayley Squires), a mãe solteira de duas crianças, que se mudou recentemente para a cidade e também não possui condições
financeiras para se manter. Após defendê-la, Daniel se aproxima de Katie e passa a ajudá-la.

Foto: divulgaçãoFoto: divulgaçãoFoto: divulgaçãoFoto: divulgação

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Sobre o Autor

Pai do lindo Nicholas, Vieira é jornalista (com diploma - MTB 67923/SP) e acumula anos de experiência em redações de jornais e revistas. Colecionador de CD´s de rock e metal, também é apaixonado por cinema e arte de maneira geral. Foi diretor do extinto Portal Novo Metal e colaborador dos sites Whiplash e Portal do Inferno. Escreveu matérias para a Roadie Crew e Valhalla. Na rádio Uniara FM 100.1, foi um dos fundadores do programa Black Dog, há 5 anos. Agora, as ondas do rádio ganharam novos contornos. E foram para a internet. Ao seu lado, o amigo Carlos Oliveira.

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