segunda-feira, dezembro 11

Elizabethan Walpurga: Pernambucanos apostam em um black metal com fortes influências do metal tradicional; leia a resenha.

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Por Matheus Vieira

Com anos de estrada e um nome consolidado na cena extrema do Nordeste, os pernambucanos da Elizabethan Walpurga debutam no mundo com este ‘Walpurgisnacht’.

Logo de cara, o detalhe que mais chama a atenção no álbum é a forte inclusão de elementos do metal tradicional, principalmente nas linhas guitarras, o que transforma a sonoridade extrema da banda, que se aproxima do black metal, em algo único hoje no país.

Assim, somos expostos a nove composições intrigantes que, com arranjos detalhados e bem tocados, aparecem como opções para fãs do estilo que procuram por algo diferente. A arte da capa é de alto nível. A gravação não segue essa qualidade, mas acho que é proposital.

Para resumir, confiram ‘Infernorium’ e ‘Vampyre’. Elas resumem bem a asserção musical e lírica, cujos temas passeiam pelo ocultismo em diferentes nuances. Tire sua opinião.

Foto: divulgação

Nota: 7.0
Shinigami Records

Faixas:
1. Exordium
2. Vampyre
3. Clamitat Vox Sanguinis
4. Infernorium
5. The Serpent’s Eyes and the Horns of Crown
6. Elizabethan Dark Moon
7. The Canine Enchantment by the Phlebotomy (In the Julgular Streams)
8. Transylvanian Cry
9. Walpurgisnacht

Integrantes:
Leonardo Mal´lack Alcântara (vocal)
Erick Lira (guitarra)
Breno Lira (guitarra)
Renato Matos (baixo)
Arthur Felipe (bateria)

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Sobre o Autor

Pai do lindo Nicholas, Vieira é jornalista (com diploma - MTB 67923/SP) e acumula anos de experiência em redações de jornais e revistas. Colecionador de CD´s de rock e metal, também é apaixonado por cinema e arte de maneira geral. Foi diretor do extinto Portal Novo Metal e colaborador dos sites Whiplash e Portal do Inferno. Escreveu matérias para a Roadie Crew e Valhalla. Na rádio Uniara FM 100.1, foi um dos fundadores do programa Black Dog, há 5 anos. Agora, as ondas do rádio ganharam novos contornos. E foram para a internet. Ao seu lado, o amigo Carlos Oliveira.

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