terça-feira, janeiro 23

{#006} Black História: Pantera e suas histórias bem curiosas com um final trágico.

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#006 Black História
Por Rafael Gomes*

Foto: divulgação

‘Pantera: Histórias bem curiosas e um final trágico’

Os anos 90 foram uma montanha russa para o heavy metal. Disputando espaço com o hard rock e o grunge, que dominaram as paradas nos primeiros anos da década, a música pesada viveu de altos e baixos no período.

Os motivos são variados, mas os problemas enfrentados pelas grandes bandas, como Metallica, Iron Maiden, Sepultura e outras, foram o principal combustível da irregularidade do estilo. Muita coisa boa também aconteceu e seria um pecado negá-las.

E na minha modesta opinião, a melhor “novidade” do estilo na época foi o Pantera. Formada no início dos anos 80, a banda passou longos anos focada no hard e no glam rock, lançando trabalhos de pouco apelo. Basicamente, eles eram quase desconhecidos, para ser direto.

Só que no final da década, um cara chamado Phil Anselmo entrou no grupo e mudou o rumo de tudo e de todos. O Pantera, enfim, abraçou o heavy metal e, na virada de 1989 para 1990, explodiu, com o disco Cowboys From Hell marcando essa nova fase. Foram quase oito anos no auge, com histórias bem curiosas e um final trágico tempos depois.

Brasil way of life

Dois pitorescos acontecimentos envolvendo os integrantes do grupo estão ligados ao Brasil. O primeiro foi em uma turnê com Sepultura em 1994, bem na época da Copa do Mundo de futebol. As duas bandas assistiram juntas a final entre os amarelinhos e a Itália, com Max, Andreas e Cia obrigando os americanos a torcerem pelo Brasil, que acabou vencendo o jogo. Nem preciso dizer que a comemoração foi bem doida.

Outro fato interessante envolve uma das passagens do Pantera pelo País. Phil Anselmo sempre gostou de tomar umas e outras (no futuro isso lhe renderia tretas) e por aqui não foi diferente. Reza a lenda que ele bebeu uma cachaça bem fuleira e gostou tanto do negócio, que tatuou o nome da bebida. Como Phil é mais desenhado que gibi, ninguém se isso realmente procede ou não.

O fim

Depois da explosão nos anos 90, os problemas chegaram realmente nos anos 2000. Anselmo saiu não oficialmente em 2001 para tocar projetos paralelos e isso causou um grande problema. O fim real não foi amigável e culminou com o assassinato de Dimebag Darrel durante um show do Damageplan, sua nova banda, por um fã fanático que não aceitou o fim e considerava o guitarrista culpado pelos problemas.

Após a tragédia, Phil, Vinnie e Rex seguiram seus diversos projetos e a chance de uma reunião nunca passou de boato, com o nome de Zakk Wylde sempre como o mais cogitado para entrar no lugar de Dime. Para manter o costume, Anselmo continuou se metendo em problemas e, hora ou outra, é acusado de racismo e coisas do tipo.

*Rafael Gomes é jornalista e escreve, semanalmente, neste espaço.

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Sobre o Autor

Pai do lindo Nicholas, Vieira é jornalista (com diploma - MTB 67923/SP) e acumula anos de experiência em redações de jornais e revistas. Colecionador de CD´s de rock e metal, também é apaixonado por cinema e arte de maneira geral. Foi diretor do extinto Portal Novo Metal e colaborador dos sites Whiplash e Portal do Inferno. Escreveu matérias para a Roadie Crew e Valhalla. Na rádio Uniara FM 100.1, foi um dos fundadores do programa Black Dog, há 5 anos. Agora, as ondas do rádio ganharam novos contornos. E foram para a internet. Ao seu lado, o amigo Carlos Oliveira.

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